Moro no Gama há 32 anos e o problema enfrentado aqui é típico de cidades satélite.
Os moradores do Gama que dependem do transporte coletivo para se locomover sofrem diariamente com ônibus fora dos horários e quase sempre sem vagas para ir ao menos em pé. Com o valor de R$3,00, o passageiro que precisa ir do Gama para outras cidades satélites, como Taguatinga, Samambaia e Ceilândia, o desafio é ainda maior. É preciso sair cedo. Isso porque os ônibus percorrem cerca de 30 minutos pela cidade antes de seguir pela rodovia em direção às outras regiões administrativas.
Trabalho no pistão sul; relativamente próximo ao Gama, porém chego extremamente cansada no trabalho por culpa de ônibus lotados e engarrafamentos.
Essa situação me inquieta bastante. A culpa em grande parte é dos próprios eleitores, falta aí uma conscientização. Precisamos alertar os eleitores da influência do voto para o Desenvolvimento de nossa cidade.
Penso que a escola pode e deve ser uma ponte em defesa do direito à cidade exigindo uma postura mais rígida do poder público fazendo com que seus alunos lute por uma política setorial carente de investimentos e soluções plausíveis.
quarta-feira, 13 de maio de 2009
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Um comentário:
Lilian,
Como a escola ajuda a pensar o problema? Isso não foi respondido.
Lêda
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